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Bruna Paulin

Assessoria de Flor em Flor

5 Festival de Música de Nova Prata promove edição recorde e confirma realização em 2026

Evento promoveu programação formativa, concursos e apresentações musicais gratuitas durante quatro dias

Reunindo um público de mais de 2 mil pessoas que prestigiaram as mais de 30 apresentações musicais que alcançaram 24h de música, e as 24 atividades formativas, 3 bate-papos, dois concursos de violão, o 5 Festival de Música de Nova Prata encerrou neste domingo, 23 de novembro, e contou com transmissão pelas redes sociais do festival e Conecta TV. Além dos números gerados pelo evento, a organização do FEMUNP comemora uma excelente notícia: a sexta edição do projeto já está confirmada para 2026 e ocorrerá em novembro. 

A quinta edição do festival, que conta com financiamento da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, conta com Patrocínio Master da Prefeitura Municipal de Nova Prata, Financiamento Pró-Cultura RS – Secretaria de Estado da Cultura e Realização do Ministério da Cultura, promoveu programação recorde de quatro dias de intercâmbio cultural, proporcionando, através de atividades gratuitas, apresentações musicais de grupos e artistas instrumentais e autorais do Brasil e exterior, bate-papos, concursos e  atividades de formativas. O evento contou com sete atrações locais, seis artistas e grupos selecionados pela Mostra Paralela e quinze atrações convidadas, apresentando um cenário rico e diverso da música produzida no Brasil e fora do país, que se apresentaram no palco montado na Praça da Bandeira, no Grêmio Pratense e Feira do Produtor.

“Estamos muito felizes de ver o FEMUNP se consolidar, não somente como uma referência para a cena local, mas como um evento que integra o calendário dos festivais de música do estado”, revela Lucas Volpatto, criador e diretor do festival. “Queremos que o público encontre na nossa programação a oportunidade de descobrirem novos artistas e sonoridades, além de instrumentalizar e inspirar nossos artistas locais com os intercâmbios que nossa programação oferece”.

Segundo o prefeito de Nova Prata, Beto Carnevalli, o festival já faz parte da identidade cultural de Nova Prata: “Tive a oportunidade de acompanhar o evento em diferentes momentos e pude presenciar pessoalmente o quanto foi bem-sucedido. A proposta de valorizar a música instrumental em sua forma mais autêntica, aproximando artistas e público, ficou evidente em cada apresentação, oficina e atividade formativa. O ambiente criado durante o FEMUNP foi único: acolhedor, bem estruturado e capaz de envolver pessoas de todas as idades. É perceptível que há um trabalho sério e comprometido por trás de cada decisão, desde a seleção dos músicos até a condução das atividades paralelas’, afirma.

A programação do 5 FEMUNP trouxe novidades com o Concurso de Violão Erudito e o Concurso de Violão Popular, que estimulam o surgimento de novos talentos no cenário instrumental. Entregando prêmios em dinheiro e troféus criados exclusivamente pela parceira do projeto, Fabriqueta, o Concurso de Violão Popular revelou seus vencedores na quinta-feira, 20 de novembro, com Matheus Krummenauer no primeiro lugar, Bruno Duarte no segundo e Guilherme Castilhos em terceiro. Já o Concurso de Violão Erudito entregou os troféus no sábado, dia 22, para Bruno Duarte em primeiro lugar e empatados em segundo Felipe Vargas e Jeilson Nascimento. 

O eixo formativo segue sendo um dos pilares do festival, com masterclasses de violino, violão, piano, acordeon e contrabaixo, além de workshops de gravação, percussão e performance com nomes consagrados como Marco Pereira, Thiago Colombo, Ney Conceição, Pierângelo Camodeca e Nelson Faria. O Drum Fest, criado em Nova Prata, retornou ampliado em sua segunda edição, reunindo bateristas de destaque como Ernesto Fagundes, Kiko Freitas, Júlio Falavigna, Rodrigo Zorzi, Vaney Bertotto, Fabio Schneider e Thiago Caurio, em apresentações e encontros ao longo dos quatro dias de festival.

As Mesas FEMUNP propuseram três encontros para discutir temas que atravessam o mercado e a criação musical, com mediação da jornalista, curadora e pesquisadora musical Bruna Paulin. O conteúdo está disponível no canal do YouTube do festival. 

Na sexta-feira (21/11), o debate “Música no prato: do selo ao conteúdo” reuniu Gabriela Luz e Fernando Soares (Selo Maleta Discos) e o jornalista Lucio Brancato (Altos Plays), discutindo o papel do vinil e das gravadoras independentes na conexão entre artistas e público. No sábado (22/11), o tema foi “Representatividade: onde estão as mulheres no mercado da música?”, com Marília Feix (curadora da mostra A Voz e a Vez Delas) e a pianista e compositora Bianca Gismonti. Encerrando o ciclo, no domingo (23/11), a mesa “Mercado editorial e música: os bastidores da produção e comercialização das biografias musicais” trouxe Arthur de Faria (biógrafo de Elis Regina e Lupicínio Rodrigues) e Gustavo Guertler, CEO da Editora Belas Letras.

O palco principal da Praça da Bandeira recebeu uma intensa programação de shows, misturando novos nomes e artistas consagrados da música instrumental e autoral. Entre as atrações estiveram Bianca Gismonti Trio, Tum Toin Foin, Os Fagundes, Gabriel Selvage & Michael Pipoquinha, Nosso Trio, Pablo Lanzoni & Thiago Colombo, Maykell Paiva e Mafuá Trio.

A Mostra Paralela, com curadoria de Adriana Sperandir, Bruna Paulin, Diego Berquó e Lucas Volpatto, apresentou três atrações selecionadas por convocatória: Adriana Deffenti & Luiz Henrique New, Mathias 7 Cordas Trio e Ângelo Primon Trio, que subiram ao palco na Praça da Bandeira. Outra novidade da programação doi a seleção de Música de Câmara, que promoveu dois concertos matinais de Duo Marques & Starosta e Saggiorato Scouto Galli na Feira do Produtor. 

A Mostra Local destaca artistas e projetos da cidade, como AMP – Associação dos Músicos Pratenses, Lili Tess, Naldo Frizon, Oficina de Violões da Casa de Cultura, Bel-Air 55, Banda Marcial de Nova Prata e o grupo Kids for Nothing, reforçando a conexão do festival com a cena musical pratense e regional.

O Homenageado desta edição, Fernando do Ó, recebeu no sábado o troféu da organização do festival, criado pela Fabriqueta especialmente para o evento. Fernando é reconhecido como um dos nomes mais criativos e expressivos da percussão brasileira. Atuou ao lado de artistas como Ivan Lins, Adriana Calcanhoto, Egberto Gismonti, Nana Caymmi, Al Di Meola, Guinga, Renato Borghetti e Raiz de Pedra, entre muitos outros. Apresentou-se em diversos países da América e Europa e ministrou oficinas e cursos em importantes instituições. Fernando foi diretor do grupo musical do Bailado Gaúcho de Nova Prata e é descrito por Arthur de Faria como “um dos maiores e mais criativos percussionistas brasileiros”.

A arte desta edição, que homenageou flora e fauna local, é assinada por Ludovico Cozer Pedron e contou com ilustrações de pássaros e árvores nativas da região, como Beija-Flor Tesoura, Ipê da Serra, Goiaba Serrana, Sanhaço Frade, Pitanga e Trinca-Ferro.

O 5 Festival de Música de Nova Prata é financiado pela Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, conta com Patrocínio Master da Prefeitura Municipal de Nova Prata, Financiamento Pró-Cultura RS – Secretaria de Estado da Cultura e Realização do Ministério da Cultura. Para saber mais, acesse www.femunp.com.br

5 FESTIVAL DE MÚSICA DE NOVA PRATA

Direção artística: Lucas Martini Volpatto

Curadoria Mostra Principal: Lucas Volpatto e Bruna Paulin

Curadoria Mostra Paralela: Adriana Sperandir, Bruna Paulin, Diego Berquó e Lucas Volpatto

Curadoria mesas: Bruna Paulin 

Produção: Eclética Centro de Música e Marca Produções

Técnicos de som: André Brasil e Clauber Scholles

Som e Luz: Delta

Iluminador: Moisés Roberto Stake

Filmagem, Fotos e Transmissão: Conecta Mais TV

Produção Executiva: Bruno Mello e Everson Marca

Assistentes de produção: Jonatas Ferreira, Michel Busnello, Ticiana Cenci, Gean Ghellere, Daniele Sbroglio, Luisa Kruger, Adley Felipe Giraldino, Leandro Bruno Conte e Bruna Dalla Mea

Assessoria de imprensa e comunicação: Bruna Paulin – Assessoria de Flor em Flor

Arte: Ludovico Cozer Pedron

Apresentadores: Bruna Paulin e Lucio Brancatto

Acessibilidade em Libras: Thales Moreira Thiesen

Segunda temporada do Farol.live encerra com show gratuito do duo internacional PRAED no domingo, 7 de dezembro

Com patrocínio do Santander Brasil, projeto que reúne shows musicais ocupou o Farol Santander Porto Alegre com programação mensal com oito edições em 2025

No domingo, 7 de dezembro, às 20h, o Farol Santander Porto Alegre encerra a segunda temporada do Farol.live recebendo o duo internacional PRAED, formado por Raed Yassin e Paed Conca. Reconhecida por sua fusão única entre música popular árabe, free jazz e eletrônica, a banda apresenta um espetáculo inédito no Brasil, fechando o ciclo de apresentações mensais que marcaram o Farol.live em 2025, desta vez com entrada franca.

Lançado em 2022, o projeto conta com criação e curadoria de Gabriel Cevallos. De abril a dezembro, passaram pelo Átrio “músicos, instrumentistas, intérpretes, experimentadores trazendo música contemporânea, clássicos atemporais e fusões: esses são alguns dos direcionamentos que marcam a identidade da segunda temporada do Farol.live”, revela o curador.

Fundada em 2006, a PRAED surgiu do encontro entre o músico libanês Raed Yassin (teclados, laptop, eletrônicos e vocais) e o suíço Paed Conca (clarinete, baixo elétrico e eletrônicos). O duo estreou no festival Al Maslakh (Suíça) e, logo em seguida, no festival Irtijal (Beirute). Desde então, percorreu turnês por Japão, Egito, Canadá, Europa e diferentes regiões da África, consolidando-se como uma das forças mais inventivas da música experimental contemporânea.

A PRAED também se apresenta em formações expandidas sob os nomes PRAED Plus e PRAED Orchestra, envolvendo músicos como Axel Dörner, Hans Koch, Christine Kazarian, Nadah El Shazly, Alan Bishop, Maurice Louca, Michael Zerang, entre outros. A PRAED Orchestra estreou em 2018, em Sharjah, e em 2022 foi convidada para o Summer Bummer Festival, na Bélgica, com elenco ampliado.

O foco do trabalho do duo é a investigação da música popular árabe Shaabi e de sua profunda conexão com manifestações psicodélicas e rituais, como a música Mouled, além de diálogos com free jazz, space jazz e rock psicodélico. É uma obra que tensiona fronteiras culturais e mergulha no transe sonoro, criando uma linguagem própria, híbrida e hipnótica.

A recepção crítica internacional destaca essa singularidade. Bob Baker Fish escreveu no Cyclic Defrost (2016):

“Eles não soam como nada mais por perto… em lugar algum. Estão explorando um aspecto exótico da cultura popular árabe de forma empolgante e inovadora, criando novos e até então desconhecidos gêneros sonoros.”

E, em 2023, o portal Cosmographer publicou:

“Cada disco que estes mestres lançam é uma obra-prima. Cada faixa te suga para um groove inegável, e antes que perceba você já habita um mundo sonoro que faz o tempo desaparecer. Música totalmente absorvente.”

No palco do Farol.live, Raed Yassin e Paed Conca apresentam uma performance de improvisação eletrônica, pulsação árabe, experimentação instrumental e atmosfera ritualística, transformando o Átrio em um espaço de expansão sensorial.

Para esta apresentação, o evento disponibiliza ingressos gratuitos através da plataforma Sympla, que será com plateia em pé, sem cadeiras. 


Farol.live – segunda temporada
7 de dezembro, domingo, 20h – PRAED (Raed Yassin & Paed Conca)
Átrio do Farol Santander Porto Alegre – Rua Siqueira Campos, 1125, Centro Histórico, Porto Alegre, RS
CLASSIFICAÇÃO: 14 anos

Entrada franca, mediante emissão de ingressos na plataforma Sympla (plateia em pé, sem cadeiras) – https://bileto.sympla.com.br/event/113318/d/349743/s/2362457 


Sobre o Farol Santander Porto Alegre
Em março de 2019, o Farol Santander Porto Alegre foi criado com o propósito de relembrar o passado, marcar o presente e iluminar o futuro. Foi estabelecido em um edifício no centro da cidade, construído na década de 30 e tombado pelo patrimônio histórico e artístico estadual.

Nestes cinco anos de atividades, o Farol recebeu 22 exposições de artes visuais, em diversas temáticas, com artistas nacionais e internacionais. Em 2022, ampliou sua atuação cultural com concertos de música clássica e popular, além de espetáculos de dança. Projetos conectados à gastronomia, como o Restaurante PopUp!, de inovações culturais, como o Extensões e o Farol.Live, também passaram a ocupar o edifício. Neste mesmo ano, iniciou sua participação na Bienal do Mercosul.

Santander Brasil e Cultura
O Santander Brasil acredita, investe e promove o acesso a manifestações culturais. Em 2023, entrou oficialmente no universo da música ao patrocinar grandes shows internacionais. Além de parcerias com instituições e iniciativas como Museu do Amanhã (RJ), Festival de Música em Trancoso (BA) e restaurações de patrimônios como o Museu do Ipiranga (SP), o banco mantém espaços próprios como os Faróis Santander Porto Alegre e São Paulo, o Teatro Santander e o 033 Rooftop, em São Paulo.

5 Festival de Música de Nova Prata ocorre de 20 a 23 de novembro com programação gratuita

Evento reúne shows, recitais, concursos e mesas de debate com artistas e pesquisadores da cena musical brasileira

Atividades formativas contam com a segunda edição do Encontro Nacional de Bateristas, o Drum Fest

Entre os dias 20 e 23 de novembro, Nova Prata recebe a quinta edição do Festival de Música de Nova Prata (FEMUNP), que neste ano propõe uma reflexão sobre o papel humano na criação musical, com o tema “E se os humanos deixassem de fazer música?”. A programação gratuita ocupa o Grêmio Pratense, a Casa de Cultura, a Câmara de Vereadores e a Praça da Bandeira, reunindo artistas, estudantes, pesquisadores e o público em torno de uma celebração à música feita por pessoas e o poder da música ao vivo. Com financiamento da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, conta com Patrocínio Master da Prefeitura Municipal de Nova Prata, Financiamento Pró-Cultura RS – Secretaria de Estado da Cultura e Realização do Ministério da Cultura, o 5 FEMUNP se consolida no calendário dos eventos do Estado. “Estamos muito felizes de realizar essa edição que conta com uma programação tão potente, trazendo pela primeira vez para o festival nomes de artistas nacionais ao lado do melhor que produzimos no RS”, afirma Lucas Volpatto, diretor do projeto. 

Uma programação que une formação, experimentação e celebração

A programação do 5 FEMUNP combina concertos, mostras, oficinas, recitais e bate papos, valorizando o intercâmbio entre gerações, estilos e regiões. O evento também apresenta o Concurso de Violão Erudito e o Concurso de Violão Popular, que estimulam o surgimento de novos talentos no cenário instrumental.

O eixo formativo segue sendo um dos pilares do festival, com masterclasses de violino, violão, piano, acordeon e contrabaixo, além de workshops de gravação, percussão e performance com nomes consagrados como Marco Pereira, Thiago Colombo, Ney Conceição, Pierângelo Camodeca, Nelson Faria e Kiko Freitas.

O Drum Fest, criado em Nova Prata, retorna ampliado em sua segunda edição, reunindo bateristas de destaque como Ernesto Fagundes, Júlio Falavigna, Rodrigo Zorzi, Vaney Bertotto, Fabio Schneider e Thiago Caurio, em apresentações e encontros ao longo dos quatro dias de festival.

Mesas FEMUNP: conversas sobre o presente e o futuro da música

As Mesas FEMUNP propõem três encontros para discutir temas que atravessam o mercado e a criação musical, sempre às 13h, no Clube, com mediação da jornalista, curadora e pesquisadora musical Bruna Paulin. O conteúdo será disponibilizado no canal do YouTube do festival. 

Na sexta-feira (21/11), o debate “Música no prato: do selo ao conteúdo” reúne Gabriela Luz e Fernando Soares (Selo Maleta Discos) e o jornalista Lucio Brancato (Altos Plays), discutindo o papel do vinil e das gravadoras independentes na conexão entre artistas e público.

No sábado (22/11), o tema é “Representatividade: onde estão as mulheres no mercado da música?”, com Marília Feix (curadora da mostra A Voz e a Vez Delas) e a pianista e compositora Bianca Gismonti.

Encerrando o ciclo, no domingo (23/11), a mesa “Mercado editorial e música: os bastidores da produção e comercialização das biografias musicais” traz Arthur de Faria (biógrafo de Elis Regina e Lupicínio Rodrigues) e Gustavo Guertler, CEO da Editora Belas Letras.

Mostras e shows: música viva na Praça da Bandeira

O palco principal da Praça da Bandeira recebe uma intensa programação de shows, misturando novos nomes e artistas consagrados da música instrumental e autoral. Entre as atrações estão Bianca Gismonti Trio, Tum Toin Foin, Os Fagundes, Gabriel Selvage & Michael Pipoquinha, Nosso Trio, Pablo Lanzoni & Thiago Colombo, Maykell Paiva e Mafuá Trio.

A Mostra Paralela, com curadoria de Adriana Sperandir, Bruna Paulin, Diego Berquó e Lucas Volpatto, apresenta quatro atrações selecionadas por convocatória: Adriana Deffenti & Luiz Henrique New, Mathias 7 Cordas Trio, Ângelo Primon Trio e Umbu. A proposta é dar visibilidade à diversidade da produção musical gaúcha contemporânea, promovendo o diálogo entre linguagens, estilos e gerações. A novidade este ano é a inclusão de uma seleção de Música de Câmara, que promoverá no domingo, 23 de novembro, os concertos matinais de Duo Marques & Starosta e Saggiorato Scouto Galli.

A Mostra Local destaca artistas e projetos da cidade, como AMP – Associação dos Músicos Pratenses, Lili Tess, Naldo Frizon, Oficina de Violões da Casa de Cultura, Bel-Air 55, Banda Marcial de Nova Prata e o grupo Kids for Nothing, reforçando a conexão do festival com a cena musical pratense e regional.

Homenagem a Fernando do Ó

Nesta edição, o 5 FEMUNP presta homenagem ao percussionista e educador Fernando do Ó, reconhecido como um dos nomes mais criativos e expressivos da percussão brasileira.

Percussionista com trajetória iniciada em julho de 1980, Fernando do Ó estreou profissionalmente no espetáculo A Voz do Brasil, a convite do pianista Geraldo Flach, tornando-se desde então uma referência na percussão do Rio Grande do Sul. Em 1982, participou de seu primeiro evento internacional ao lado do percussionista mineiro Djalma Corrêa, no Jazz Fest Berlin, realizado no teatro da Filarmônica de Berlim.

Ao longo de uma carreira marcada por colaborações e realizações de destaque, atuou e gravou com artistas como Ivan Lins, Adriana Calcanhoto, Nana Caymmi, Al Di Meola, Egberto e Bianca Gismonti, Guinga, Lula Galvão, Marcos Suzano, Roberto Carlos, Renato Borghetti, Frank Solari, Raiz de Pedra, Alegre Corrêa Sextet, Nei Lisboa, Bebeto Alves, Ultramen, Nei Van Soria, Tom Block, Os Serranos, Os Fagundes, Os Monarcas, Pedro Ortaça, Marcelo Caminha, 3ª Dimensão, Os Atuais, Milionário & José Rico, Luis Carlos Borges, OSPA, Orquestra da ULBRA e Câmara do Teatro São Pedro, entre muitos outros.

Com apresentações em Argentina, Uruguai, Venezuela, República Dominicana, Alemanha, Áustria, Portugal, Suíça, Holanda, Dinamarca, Nova Zelândia e França, Fernando consolidou uma trajetória de relevância internacional no cenário da música instrumental.

Educador e pesquisador, foi pioneiro em oficinas de percussão no Santander Cultural, ministrou aulas na UFRGS, Unisinos, UFSM e UPF, e atuou em diversas cidades do estado, incluindo Viamão, Montenegro, Nova Prata e Jaguarão. Trabalhou por 19 anos na Universidade do Vale do Rio dos Sinos, lecionando percussão para crianças e adolescentes no Programa Esporte Integral.

Criador de trilhas para cinema e eventos especiais, foi citado por Amyr Klink no livro Parati II – Entre Dois Pólos. Recebeu homenagens da Coordenação de Música de Porto Alegre (2013), do POA Instrumental e do 2º Encontro Nacional Bateras do Sul, em Canela.

Nos últimos anos, integrou o POA Jazz Festival com o grupo Raiz de Pedra (2020) e o grupo de Carlos Badia (2023). Participou também dos 25 anos da ALA Cultural de Florianópolis, na Sociedade Cultural e Artística de Jaraguá do Sul, e do Festival de Música de Nova Prata, ao lado do baterista Zé Montenegro.

Foi contemplado nos projetos Trajetória, Marco Polo e Funarte, conquistando o 3º lugar nacional com nota 91,8 em um vídeo sobre percussão brasileira. Desde 1998, dirige o grupo musical do Bailado Gaúcho de Nova Prata, responsável pelo Festival Internacional de Folclore, o único da América Latina autorizado pela Federação de Festivais Internacionais de Dança (FIDAF) a promover concurso mundial.

Reconhecido por críticos e estudiosos, Juarez Fonseca descreve Fernando como “um maestro e sua orquestra”, destacando seu domínio de instrumentos que vão do tamborim ao vibrafone. Já Arthur de Faria, em Um Século de Música, o define como “um dos maiores e mais criativos percussionistas brasileiros”.

Um festival que valoriza a música como encontro

Criado em 2015, o Festival de Música de Nova Prata nasceu com o objetivo de promover e difundir a produção de música instrumental e autoral do Rio Grande do Sul em diálogo com a cena nacional. Em suas quatro edições anteriores, consolidou-se como um espaço de formação, difusão e valorização de artistas e projetos musicais independentes.

A cada edição, o FEMUNP reafirma o compromisso de aproximar o público da música feita ao vivo, estimulando o acesso, a escuta e o reconhecimento da diversidade cultural brasileira.

O FEMUNP surgiu em 2015, na cidade de Nova Prata, RS. Sua primeira edição contou com três shows de artistas convidados (Quartchêto, Quinteto Persch e Quiçá se Fosse) , apresentação de cinco bandas selecionadas na Mostra Paralela, que recebeu mais de 40 inscrições (Subtropicais, Yangos Quarteto, Trem Imperial, Frizon Brothers Band e Sedan 1300), exposição de arte, dois bate-papos com artistas e três oficinas. 

Em 2017, o evento expandiu sua programação, entrando oficialmente para a agenda cultural da cidade, trazendo um convidado internacional, o norte-americano Adrian Bellue, além de sete bandas e artistas convidados (Renato Borghetti, Jonathas Ferreira, Gabriel Selvage, Quinteto Canjerana, Duo de Viola e Acordeon com Valdir Verona e Rafael Deboni, Orquestra de Câmara da ULBRA e Philipe Philipsen). Foram selecionados seis grupos para a mostra paralela, que recebeu mais de 50 inscrições de todo o RS. Além das bandas selecionadas que se apresentaram no palco principal (Trabalhos Espaciais Manuais, Kulla Jazz, Moio e Vena) o festival abriu espaço ineditamente para a música de câmara, selecionando as atrações As Mulheres de Bah e Aria Trio. Buscando inovar a programação através da mescla de linguagens, o Grupo Teatral De Pernas pro Ar foi convidado a apresentar o espetáculo instalação Automákina – Universo Deslizante. Os grupos da cidade também tiveram espaço na programação, com a apresentação na mostra local de Diego Berquó Trio, Casa Muscaria, Orquestra de Sopros de Nova Prata e Coro da AABB. Além disso, a programação contou com seis atividades formativas, voltadas para escolas e artistas locais, fortalecendo a formação musical da cidade e região. 

Em 2021, após quatro anos de sua última edição, com dificuldades em captar recursos e pelo impacto da pandemia, foi realizada a terceira edição do Festival, que contou com a apresentação de Yangos, Lúcio Yanel, Fernando do Ó e Zé Montenegro, Garra e Alma, Thayan Martins Quinteto e Felipe Karam Quarteto. Em função de adaptações pandêmicas, a Mostra Paralela apresentou a seleção de quatro clipes, transmitidos ao vivo durante a programação, com seleção das bandas da região Garra e Alma, Jonny Mazz, Magnata Joe e Naldon Frizon. 

Em 2024, reunindo um público de mais de 2 mil pessoas que prestigiaram as treze apresentações musicais e as sete atividades formativas, o 4 Festival de Música de Nova Prata promoveu o intercâmbio cultural, proporcionando, através de programação gratuita, apresentações musicais de grupos instrumentais e autorais do RS e atividades de formativas, dentro de uma iniciativa inédita: o primeiro encontro de bateristas – 1 Nova Prata Drum Fest. O evento contou com três atrações locais, quatro artistas e grupos selecionados pela Mostra Paralela e cinco atrações convidadas, apresentando um cenário rico e diverso da música produzida no RS, que se apresentaram no palco montado na Praça da Bandeira.

O 5 Festival de Música de Nova Prata é financiado pela Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, conta com Patrocínio Master da Prefeitura Municipal de Nova Prata, Financiamento Pró-Cultura RS – Secretaria de Estado da Cultura e Realização do Ministério da Cultura. Para saber mais, acesse www.femunp.com.br

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

QUINTA-FEIRA, 20 DE NOVEMBRO

9h | Clube – Oficina Técnicas Básicas de Gravação em Home Estúdio com André Brasil
10h | Câmara de VereadoresMasterclass de Piano com Tiago Biazus
10h às 12h | Casa de CulturaMasterclass de Violino com Marcos Santos
10h30 | ClubeMarlon Castilhos –  Drum Fest

14h | ClubeVaney Bertotto – Drum Fest

14h | Câmara de Vereadores – O Violão Pampeano de Lucio Yanel – José Daniel
14h | Palco PraçaBanda Marcial de Nova Prata
14h às 18h | Casa de CulturaMasterclass de Violino com Marcos Santos
15h | Palco PraçaTiago Biazus
15h30 | ClubeThiago Caurio – Drum Fest
16h | Palco PraçaConcurso de Violão Popular
19h -22h | Palco PraçaAMP – Associação dos Músicos Pratenses

19h | Clube – Recitais
19h – Paulo Inda
19h30 – Pierângelo Camodeca
20h – Renato Serrano
20h30 – Marcos Santos
21h – Thiago Colombo
21h30 – Marco Pereira
22h15 – Encerramento

SEXTA-FEIRA, 21 DE NOVEMBRO

9h | Câmara de VereadoresMasterclass de Violão com Renato Serrano
9h | ClubeRecital Didático com Felipe Batistella Álvares
10h30 | Câmara de VereadoresMasterclass de Violão com Thiago Colombo
10h às 12h | Casa de CulturaMasterclass de Violino com Marcos Santos
10h30 | ClubeBosphorus Cymbals – Drum Fest

13h | Clube – Bate Papo –  Música no prato: do selo ao conteúdo – como o mercado do vinil pode auxiliar a conexão dos artistas com seu público
Com Gabriela Luz e Fernando Soares (Selo Maleta Discos) e Lucio Brancato (Altos Plays).
Mediação: Bruna Paulin

14h às 16h | Câmara de VereadoresMasterclass de Violão com Marco Pereira
14h | ClubeRodrigo Zorzi Drum Fest
14h às 18h | Casa de CulturaMasterclass de Violino com Marcos Santos
15h30 | ClubeJúlio Falavigna – Drum Fest
16h | Câmara de VereadoresConcurso de Violão Erudito – Semifinal
17h | ClubeFabio Schneider – Drum Fest

17h | Palco PraçaBel-Air 55 (Mostra Local)
18h | Palco PraçaMaykell Paiva
19h | Palco PraçaMafuá Trio
20h | Palco PraçaGabriel Selvage & Michael Pipoquinha
21h | Palco PraçaNosso Trio

SÁBADO, 22 DE NOVEMBRO

9h | ClubeWorkshop de Contrabaixo com Ney Conceição
9h | Câmara de VereadoresMasterclass de Violão com Paulo Inda
10h | Feira do ProdutorConcertos Matinais – Mostra Paralela (Grupos de Música de Câmara)
10h30 | ClubeWorkshop PAAM – Processos de Aprendizado e Aperfeiçoamento Musical com Nelson Faria

13h | Clube – Bate papo –  Representatividade: onde estão as mulheres no mercado da música?
Com Marília Feix (jornalista, curadora e pesquisadora musical, idealizadora da mostra A Voz e a Vez Delas) e Bianca Gismonti (musicista).
Mediação: Bruna Paulin

14h | Câmara de VereadoresMasterclass de Violão com Marco Pereira
14h | Casa de CulturaMasterclass de Acordeon com Pierângelo Camodeca
14h | ClubeKiko Freitas – Drum Fest

16h | Palco PraçaLili Tess (Mostra Local)
16h | Câmara de VereadoresConcurso de Violão Erudito – Final
17h | Palco PraçaNaldo Frizon (Mostra Local)
18h | Palco PraçaMathias 7 Cordas Trio (Mostra Paralela)
19h | Palco PraçaAdriana Deffenti & Luiz Henrique New (Mostra Paralela)
20h | Palco PraçaPablo Lanzoni & Thiago Colombo
21h | Palco PraçaBianca Gismonti Trio

DOMINGO, 23 DE NOVEMBRO

10h | Casa de CulturaMasterclass de Acordeon com Pierângelo Camodeca
14h | Casa de CulturaMasterclass de Acordeon com Pierângelo Camodeca
14h | ClubeErnesto Fagundes – Drum Fest

13h | Clube – Bate papo – Mercado editorial e música: os bastidores da produção e comercialização das biografias musicais
Com Arthur de Faria (pesquisador e biógrafo de Elis Regina e Lupicínio Rodrigues) e Gustavo Guertler (CEO da Editora Belas Letras).
Mediação: Bruna Paulin

15h | Palco PraçaOficina de Violões da Casa de Cultura (Mostra Local)
16h | Palco PraçaKids for Nothing (Mostra Local)
17h | Palco PraçaÂngelo Primon Trio (Mostra Paralela)
18h | Palco PraçaUmbu (Mostra Paralela)
19h | Palco PraçaTum Toin Foin
20h | Palco PraçaOs Fagundes 

Terra sem Mapa encerra o ano com curta temporada no Studio Stravaganza

 Espetáculo celebra dois anos em cartaz com apresentações nos dias 13, 20 e 27 de novembro, sempre às quintas-feiras, às 20h

Após uma trajetória marcada por duas temporadas, passagens por seis teatros e mais de 50 apresentações, o espetáculo Terra sem Mapa encerra o ano com uma curta temporada no Studio Stravaganza, nos dias 13, 20 e 27 de novembro, sempre às 20h.

Vencedora do Prêmio Açorianos de Melhor Ator e indicada em seis categorias ao Prêmio Açorianos de Teatro de Porto Alegre — incluindo dramaturgia, figurino, iluminação, trilha sonora e melhor atriz —, a montagem também foi reconhecida em 2025 com seis indicações ao 14º Prêmio Olhares da Cena.

Criado e interpretado por Mirna Spritzer e Sergio Lulkin, o espetáculo celebra dois anos em cartaz e retorna ao espaço onde nasceu: o próprio Studio Stravaganza, casa da Cia. Stravaganza, com mais de 30 anos de trajetória. Foi ali, no pós-pandemia, que os artistas, com seus personagens Vrum e Luba, iniciaram a caminhada que deu origem à obra. Narradores natos, encontraram no estúdio o ambiente ideal para mergulhar nas travessias do tempo, das memórias e das histórias humanas — entre mares, exílios e reencontros.

Com uma encenação marcada por humor e melancolia, palavra e silêncio, Terra sem Mapa apresenta a essência do teatro em sua forma mais direta: artistas e público em contato próximo, em uma narrativa que convida à escuta atenta. Entre bênçãos e pragas, Vrum e Luba dançam suas lembranças e miram as estrelas, num gesto poético de resistência e esperança.

A montagem já circulou por espaços como a Zona Cultural, o Teatro do CHC Santa Casa, o Teatro Glênio Peres (na VII Mostra de Música e Artes Cênicas da Câmara Municipal de Porto Alegre), o Teatro Oficina Olga Reverbel (Complexo Multipalco Theatro São Pedro), além do 5º Festival Nacional de Teatro Capão em Cena, 31º Festival Internacional Porto Alegre em Cena, Porto Verão Alegre e 19º Festival Palco Giratório Sesc.

Os ingressos, à venda pelo site Entreatos Divulga, estão à venda entre R$ 33.95 e R$ 67.90 e nos dias de espetáculo, na bilheteria do local, a partir das 19h.


Serviço
Terra sem Mapa
Apresentações: 13, 20 e 27 de novembro de 2025 (quintas-feiras), às 20h
Local: Studio Stravaganza — Porto Alegre
Duração: 55 minutos
Classificação: 12 anos

Ingressos – https://www.entreatosdivulga.com.br/terrasemmapa 


Sinopse
Dois personagens, Vrum e Luba, estão no porto, diante de um navio que parte ao desconhecido. Exilados, atravessam os longos caminhos da memória. Habitantes de diásporas sem fim, recordam fragmentos de uma história passada: lendas, fotos, cartas, canções. Praguejam e dançam. É hora de partir — eles embarcam em direção a uma terra sem mapa. Prometem retornar daqui a 200 anos.


Ficha Técnica
Com: Mirna Spritzer e Sergio Lulkin
Criação, Dramaturgia e Direção: Mirna Spritzer e Sergio Lulkin
Colaboração Artística: Carlos Mödinger
Figurino: Rô Cortinhas
Iluminação: Ricardo Vivian
Operação de luz: Ricardo Vivian e Fabi Santos
Trilha sonora original: Gustavo Finkler
Operação de som: Luiz Manoel
Identidade Visual: Leandro Selister
Fotografia: Adriana Marchiori
Assessoria de imprensa: Bruna Paulin — Assessoria de Flor em Flor
Mídias Sociais: Renata Stein
Produção: Mirna Spritzer, Renata Stein e Sergio Lulkin

Ianaê Régia estreia A Era de Ouro AFROGLOW no sábado, 01 de novembro, no CHC Santa Casa

Espetáculo, selecionado pelo Edital de Ocupação CHC 2025, anuncia a chegada do próximo disco de Ianaê Régia

Crédito Jéssica Martins

Ianaê Régia apresenta o espetáculo A Era de Ouro AFROGLOW, uma imersão estética e sensorial que celebra o protagonismo negro e anuncia a nova fase artística da cantora e compositora gaúcha no sábado, 01 de novembro, às 20h, no Teatro do CHC Santa Casa.  Após o lançamento de seu elogiado álbum AFROGLOW (2023), via Natura Musical, Ianaê eleva o conceito do projeto ao palco com um espetáculo luxuoso, pulsante e afrodiaspórico — uma verdadeira celebração da beleza, da força e da finesse preta.

O termo AFROGLOW, cunhado pela própria artista, define não apenas uma estética, mas uma filosofia musical afropresentista, fundada na militância por meio do autocuidado e no enaltecimento da cultura afro-brasileira. É um manifesto luminoso que transforma o ato de existir e criar em resistência, cura e celebração.

Em A Era de Ouro AFROGLOW, Ianaê mergulha nas referências da Golden Era, ressignificando o glamour e a sofisticação da música preta norte-americana das décadas de 1920 e 1930, atravessadas pela ancestralidade africana e pela brasilidade contemporânea. O resultado é um espetáculo antropofágico e exuberante, que mistura R&B, jazz, soul,  e ritmos afro-brasileiros em arranjos inéditos e envolventes.

Uma experiência sensorial, afrodiaspórica e coletiva

Sob a direção musical de Ianaê Régia e Mateus Albornoz, o show apresenta arranjos criados especialmente para o espetáculo, com uma sonoridade sofisticada e groovada. A formação da banda inclui naipe de sopros, piano, baixo elétrico e acústico, guitarra, bateria e percussão corporal, construindo uma textura sonora densa, vibrante e ritmicamente contagiante.

O público é conduzido por uma experiência hipnótica que desperta o groove interno — um convite à escuta, ao corpo e à celebração da herança cultural negra. A lírica do repertório propõe uma travessia por reflexões de sabor agridoce sobre a vivência do indivíduo racializado na sociedade contemporânea, afirmando que resistir não anula o direito de celebrar.

Encontro transatlântico e participações especiais 

O espetáculo conta com participações especiais de Loua Pacôm, Thales Costa e Lucas Moraes, promovendo um diálogo entre as percussões africanas, a canção de terreiro e a percussão corporal. Essa fusão balança as águas de um encontro transatlântico entre Costa do Marfim e Brasil, materializando o elo vivo da diáspora negra em forma de música.

Também participam da apresentação as artistas Paola Kirst e Tuti Rodrigues, somando força, ancestralidade e potência vocal à estética afrodourada que domina o palco.

Os ingressos, à venda pela plataforma Sympla, custam R$ 15,00 para comunidade preta e entre R$ 20,00 e R$ 40,00 para público geral. Mais informações, acesse instagram.com/ianaeregia 

Sobre a artista

Natural do interior do Rio Grande do Sul e criada na favela, Ianaê Régia é cantora, compositora, performer e estudante de música na UFRGS. Começou a cantar aos 13 anos na igreja e, na adolescência, integrou bandas covers em bares. Sua trajetória autoral, marcada por autenticidade e consciência racial, combina o orgânico e o eletrônico, transitando por R&B, Neo-Soul e Jazz, em uma proposta que busca despertar o groove interno e a presença.

Em 2020, lançou o projeto “Devir: Conexão Corpo-Cidade”, com clipe e podcast educativo sobre luta antirracista. No ano seguinte, apresentou os singles e clipes “Edredom” e “Flerte”, dentro do projeto Cores do Sul — a primeira coletânea musical LGBTQIAP+ do Rio Grande do Sul. Em 2023, foi contemplada pelo edital Natura Musical, lançando o álbum AFROGLOW, onde explora o pop, o R&B e o trap em uma jornada de reconexão com sua identidade e com a comunidade negra. Agora, “A Era de Ouro AFROGLOW” marca a transição para o seu próximo trabalho autoral, expandindo o conceito do álbum em uma experiência cênico-musical.


FICHA TÉCNICA

ADMINISTRATIVO
Gestão: Ianaê Régia
Direção Criativa: Ianaê Régia
Produção Executiva: Ianaê Régia

COMUNICAÇÃO
Assessoria de Imprensa: Bruna Paulin
Design: Danielle Ribeiro
Social Media: Camila Cheieny da Silva

ESPETÁCULO
Direção de Arte: Jéssica Martins
Técnico de Áudio: Lauro Maia
Roadie: Maicon Martins
Técnica de Iluminação: Vigo
Fotografia: Jéssica Martins
Analista Cromática: Ananda Jacques
Hair Stylist: Nicolli Ferreira
Styling: Laís Torres

DIREÇÃO MUSICAL E BANDA
Direção Musical: Ianaê Régia e Mateus Albornoz
Baixo (elétrico e acústico): Mateus Albornoz
Bateria: Denner Gomes
Guitarra: Luka de Lima
Piano: Ras Vicente
Trompete: Denner Gomes
Saxofone: Cleômenes Junior

PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS
Paola Kirst
Tuti Rodrigues
Loua Pacôm
Thales Costa
Lucas Moraes


SERVIÇO

📍 A Era de Ouro AFROGLOW
📅 01 de novembro de 2025 (sábado), às 20h
📌 CHC Santa Casa — Porto Alegre/RS
🎟️ Ingressos disponíveis em Sympla

Sambas de Protesto celebra a força política e poética do samba em única apresentação no dia 20 de maio, na sala Carlos Carvalho

Crédito Zé Carlos de Andrade

Vencedor do edital SEDAC/LPG no 12/2023 com financiamento ProCultura, Secretaria do Estado da Cultura do RS, Lei Paulo Gustavo, Ministério da Cultura, Governo Federal, sessão conta com intérprete de Libras e entrada franca

No dia 20 de maio, às 21h, a sala Carlos Carvalho, na Casa de Cultura Mario Quintana, recebe a estreia do espetáculo Sambas de Protesto, um projeto inédito que resgata o samba como ferramenta de resistência, denúncia e celebração da vida. Com direção musical de Edu Meirelles, direção artística de Cleverton Borges e direção de arte de Mitti Mendonça, o show apresenta composições autorais e versões de sambas já conhecidos pelo público com temáticas sociais, raciais, religiosas e políticas.

Idealizado pelo cantor e compositor Edu Meirelles, com criação e concepção compartilhada com a pesquisadora musical e jornalista Bruna Paulin, o espetáculo propõe uma experiência musical potente que parte das raízes do samba para abordar temas como racismo, intolerância religiosa, amor e empoderamento de pessoas negras e outras pautas urgentes da sociedade brasileira.

O elenco de intérpretes é formado por Camila Falcão, Edu Meirelles e Glau Barros, acompanhados pelos músicos Bruno Flores (baixo), Cassiano Miranda (percussão), Henrique Rollo (cavaquinho), Denner Gomes (bateria). A preparação vocal é assinada por Rodrigo Fishman. A coordenação de produção é de Jaqueline Beltrame, com produção executiva de Mauryani Oliveira.

No repertório, com roteiro criado através de pesquisa musical de Bruna Paulin, canções autorais como “Black de Respeito”, “Preto por Inteiro” e “Acredita no teu axé”, de Edu Meirelles, se unem a sambas de compositores como Wilson das Neves, Leci Brandão, Carlos Caetano, Darcy da Mangueira, Evandro Lima, Guaíra Soares, entre outros. O espetáculo também presta homenagem às histórias pessoais dos artistas em cena, com trechos biográficos que cruzam ancestralidade, resistência e identidade negra.

Sambas de Protesto é mais do que um show: é um manifesto. Um chamado à escuta e à presença. Um gesto de ocupação estética, simbólica e política de espaços historicamente negados à população negra. Dos 19 profissionais envolvidos na equipe, 11 são pessoas pretas ou pardas, reafirmando o compromisso com a representatividade e a construção de uma narrativa feita por quem historicamente foi silenciado.

A sessão de estreia é com entrada franca, mediante a lotação do espaço, e contará com intérprete de Libras. 

Figurino e cenário pensados para construir pontes de acessibilidade com o público

Com inspiração nas obras de Hélio Oiticica e Arthur Bispo do Rosário, o espetáculo traz uma proposta de figurino intitulada Parangolé Contemporâneo, composta por mantos bordados, coloridos e tateáveis, que funcionam como manifestações visuais, políticas e sensoriais. Criados a partir de técnicas como patchwork, bordado, crochê e upcycling, os figurinos carregam frases, símbolos e memórias dos artistas em cena, e serão disponibilizados ao público como peças de arte vestíveis após a apresentação, promovendo a interatividade e a acessibilidade, especialmente para pessoas com deficiência visual.

A cenografia acessível adota princípios da assemblage e da estética da acumulação, utilizando materiais diversos e texturas para criar um ambiente tridimensional e imersivo. Inspirada na obra Tropicália, a ambientação permite que o público cego explore e sinta os elementos do espetáculo por meio do tato, promovendo uma experiência sensorial inclusiva e alinhada ao conceito de descolonização estética e cultural que guia o projeto. Tanto figurinos quanto cenário são assinados pela Diretora de Arte do projeto, Mitti Mendonça

O espetáculo foi contemplado pelo Edital SEDAC/LPG nº 12/2023, com financiamento do Pró-Cultura RS, por meio da Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul, com recursos da Lei Paulo Gustavo, do Ministério da Cultura e do Governo Federal e apoio institucional da Casa de Cultura Mario Quintana.

Ficha técnica

Criação e direção musical: Edu Meirelles 

Direção artística: Cleverton Borges

Direção de Arte: Mitti Mendonça

Concepção, pesquisa musical e roteiro: Bruna Paulin

Banda

Intérpretes: Camila Falcão, Edu Meirelles e Glau Barros

Banda: Bruno Flores (baixo), Cassiano Miranda (percussão), Denner Gomes (bateria), Edu Meirelles (violão), Henrique Rollo (cavaquinho)

Preparação vocal: Rodrigo Fishmann

Coordenação de produção: Jaqueline Beltrame

Produção executiva: Mauryani de Oliveira

Luz: Carol Zimmer

Som: Olímpio Machado

Roadie: Matheus Goelzer

Intérprete de Libras: Thales Moreira

Comunicação: Assessoria de Flor em Flor 

Sambas de Protesto – sessão de estreia

Terça-feira, 20 de maio de 2025, 21h
sala Carlos Carvalho – Casa de Cultura Mario Quintana – Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico

Entrada franca, mediante lotação do espaço

Com intérprete de Libras

Novas Vozes do 373 apresenta: Jessie Jazz na sexta, 16 de maio

credito Vitoria Proença

Projeto com curadoria da jornalista e pesquisadora musical Bruna Paulin ocorre mensalmente no Espaço 373 trazendo artistas da produção local

Na sexta-feira, 16 de maio, o Espaço 373 promove a terceira edição do projeto Novas Vozes do 373 com Jessie Jazz. O Novas Vozes promove encontros musicais com artistas da cena local e suas produções mais recentes, muitas vezes dividindo o palco com nomes de renome da cidade em encontros especiais, ou projetos inéditos. Com curadoria da jornalista e pesquisadora musical Bruna Paulin, o projeto conta com edições mensais e apresenta aos ouvintes da cativa plateia da casa o que há de mais interessante sendo produzido atualmente em Porto Alegre. 

“Um dos nomes mais interessantes que surgiu nos últimos anos na música de Porto Alegre, sem dúvida é Jessie Jazz”, revela Bruna. A cantora e compositora traz uma sonoridade vintage repleta de estética psicodélica. Suas canções autorais oferecem reflexões atemporais sobre os comportamentos humanos, narradas com maestria através de uma jovem artista negra, onde a poesia de suas letras é complementada por uma fusão única de ritmos deslocados do Jazz, Soul, Funk, Blues e outras influências da música Negra e Psicodélica. 

Segundo Bruna, a ideia é que as noites do Novas Vozes do 373 construam uma cultura entre o público de se deixar aventuras pelas descobertas musicais que encontrarão a cada edição, conhecendo novos nomes e sonoridades. “Um dos melhores jeitos de descobrir novos artistas, novas composições, é através da música ao vivo. A ideia central do Novas Vozes é proporcionar esse encontro, que tenho certeza será delicioso”. Na primeira edição o público pode se emocionar com a jovem Camila Lemos, cantora de 16 anos que está despontando na cena local. Já na segunda edição foi a vez de Ianaê Régia estrear um show inédito, com canções da cantora Sade.  

Os ingressos, à venda pela plataforma TRI.RS, custam entre R$ 45,00 e R$ 90,00. O Espaço 373 R. Comendador Coruja, 373 – Floresta, e a casa abre às portas às 19h com performance a partir das 21h. 

Sobre a curadoria

Bruna Paulin é artista, comunicadora, curadora, roteirista e produtora cultural. Jornalista e Mestre em Comunicação, é pesquisadora musical há 22 anos. É criadora e diretora da mostra A Voz e a Vez Delas, voltada para as mulheres na cadeia da música, que terá sua primeira edição em 2025, assim como a Mostra Elis 80, realizada em comemoração aos 80 anos de Elis Regina pela Casa de Cultura Mario Quintana. É curadora do Samba do Quintana, criadora e apresentadora do podcast A História do Disco, um dos programas de música mais ouvidos no Spotify Brasil, no ar desde 2020, ambos finalistas do 8o Prêmio Profissionais da Música, nas categorias Som na Rua  e Canal de Divulgação de Música. Em 2024 lançou o Sarau Meus Discos e Nada Mais. É produtora executiva e curadora da reedição em vinil de Pra Viajar no Cosmos não Precisa Gasolina, de Nei Lisboa, lançada em março de 2024 pela Toca do Disco Records. Curadora do V Festival de Música de Nova Prata, que ocorre em novembro de 2025, roteirista e pesquisadora musical do espetáculo Sambas de Protesto (estreia maio 2025) e diretora artística e roteirista do projeto Noites do Arco Cultural, que estreou em 2024 e segue em 2025. 

Novas Vozes do 373 – Jessie Jazz

Sexta-feira, 16 de maio, 21h

Ingresso Promocional e Meia-entrada**- R$ 45,00

Ingresso Apoiador da Arte – R$ 70,00

Ingresso 373 + Drink – R$ 90,00

Espaço 373 – Comendador Coruja, 373

Sarau Meus Discos e Nada Mais promove edição sobre Trilhas de Novela no Espaço 373 na quarta, 14 de maio

Evento integra o projeto A História do Disco, da jornalista e pesquisadora musical Bruna Paulin

Edição Trilhas de Novela recebe a diretora e roteirista Britney Federline, a drag queen Cassandra Calabouço e o comunicador Miltinho Talaveira

O Sarau Meus Discos e Nada Mais volta ao Espaço 373 na quarta-feira, 14 de maio, para a quarta edição do ano. Comandado pela jornalista e pesquisadora musical Bruna Paulin, o evento integra o projeto A História do Disco, que reúne o podcast de mesmo nome, que está em sua quinta temporada, sendo um dos programas de música mais ouvidos no Spotify Brasil e está entre os finalistas ao 8 Prêmio Profissionais da Música. 

A edição Trilhas de Novela conta com a participação da roteirista e diretora Britney Federline, a drag queen Cassandra Calabouço e do comunicador Miltinho Talaveira. Os convidados apresentarão discos e suas faixas favoritas. 

O sarau conta com edições mensais que trazem temas que pautam a seleção dos discos dos convidados. “A ideia é a mesma do programa – apresentar obras que a gente tenha conexão emocional e histórias para contar. Além do papo com os participantes, a gente tem um quinto elemento, que vai comandar as pick ups e fazer a trilha sonora do nosso encontro, o DJ Damon Meyer”, revela Bruna. 

O Sarau Meus Discos e Nada Mais – edição Trilhas de Novela ocorre no Espaço 373 (Rua Comendador Coruja, 373). A casa abre às portas às 19h com discotecagem do DJ Damon Meyer e feira de vinil e o sarau inicia às 20h. Os ingressos estão à venda com valores entre R$ 25,00 e R$ 70,00. Para saber mais acesse ahistoriadodisco no Instagram. 

Bruna Paulin é artista, comunicadora, curadora, roteirista e produtora cultural. Jornalista e Mestre em Comunicação, é pesquisadora musical há 22 anos. É criadora e diretora da mostra A Voz e a Vez Delas, voltada para as mulheres na cadeia da música, que terá sua primeira edição em 2025, assim como a programação que celebra os 80 anos de Elis Regina na Casa de Cultura Mario Quintana. É curadora do Samba do Quintana, criadora e apresentadora do podcast A História do Disco, um dos programas de música mais ouvidos no Spotify Brasil, no ar desde 2020. Em 2024 lançou o Sarau Meus Discos e Nada Mais. É produtora executiva e curadora da reedição em vinil de Pra Viajar no Cosmos não Precisa Gasolina, de Nei Lisboa, lançada em março de 2024 pela Toca do Disco Records. É finalista do 8o Prêmio Profissionais da Música, nas categorias Som na Rua e Canal de Divulgação de Música. Curadora do V Festival de Música de Nova Prata, que ocorre em novembro de 2025 e diretora artística e roteirista do projeto Noites do Arco Cultural, que estreou em 2024 e segue em 2025. 

Sarau Meus Discos e Nada Mais – edição Trilhas de Novela

Bruna Paulin recebe Britney Federline, Cassandra Calabouço e Miltinho Talaveira

Quarta-Feira, 14 de maio, 20h, ingressos entre R$ 25,00 e R$ 70,00

Espaço 373 – Rua Comendador Coruja, 373

Samba do Quintana tem participação de Dida Larruscain no domingo, 04 de maio

Projeto com entrada franca ocorre mensalmente na Travessa dos Cataventos promovendo a produção de artistas locais

No domingo, 04 de maio, a Travessa dos Cataventos recebe mais uma edição do Samba do Quintana, evento promovido pela Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ), instituição da Secretaria de Estado da Cultura (Sedac). Com programação gratuita e ao ar livre, a edição conta com as performances da banda residente Thiago Ribeiro & Amigos e a participação de Dida Larruscain, a partir das 16h.

O projeto tem curadoria da jornalista e pesquisadora musical Bruna Paulin. Lançado em junho de 2023, tem como objetivo promover mensalmente a cultura do samba e oferecer espaço para os compositores locais apresentarem suas obras, além de clássicos do gênero, através de formação de público e de cena. Ao entender que a CCMQ é um espaço de fruição, mas também de formação e de experimentação artística, o Samba do Quintana se torna palco de músicos e musicistas experientes, atuantes, em colaboração com novos nomes da cena.

A edição também celebra o anúncio do projeto como um dos finalistas do 8o Prêmio Profissionais da Música, na categoria Som na Rua, concorrendo com ações de diversos estados brasileiros. O evento de premiação ocorre em junho, em Brasília.

“Estar entre os finalistas desse importante prêmio nacional só reforça o reconhecimento que a comunidade já têm demonstrado pro nosso querido samba e pra nossa Casa, com uma programação cultural muito qualificada e, ao mesmo tempo, experimental e democrática”, revela Germana Konrath, diretora da CCMQ. Evento já consolidado na agenda cultural da cidade, o Samba do Quintana dialoga com outros núcleos da Casa, que abriga o Instituto Estadual de Música (IEM) e a Discoteca Natho Henn, além de manter no ar a Rádio Quintanares, uma emissora pública e inclusiva de rádio, que funciona no quarto andar da instituição e tem programação disponível online.

O sucesso se confirma a cada nova edição. Em quase dois anos de existência, o Samba mobilizou mais de 12.500 pessoas e promoveu o trabalho de 26 artistas locais, além de duas participações nacionais – incluindo a edição comemorativa aos 80 anos de Elis Regina com Laila Garin, abrindo a programação de 2025. Para Germana, o Samba do Quintana já se consolidou no calendário da Casa de Cultura e da cidade como um ponto de encontro entre diferentes públicos e gerações, que ocupam a Travessa de modo festivo, celebrando seu direito à cidade e à cultura. Além disso, ela destaca que “o Samba do Quintana corrobora com o movimento de resgate da cultura negra e do seu tradicional samba ao mesmo tempo que aponta para a produção musical das novas gerações, apresentando composições autorais. Tudo isso em grande clima de festa e descontração, ao ar livre, valorizando o acesso e a pluralidade que marcam a Casa de Cultura”.

“Encontramos um público diverso e animado, que se interessa tanto pelos clássicos do samba quanto por descobrir novas canções e compositores”, revela a curadora do evento. “A importância de um evento de rua, seguro, acessível e diverso para a população de Porto Alegre se confirma na resposta do público”, completa Bruna.

Nesta edição, o Samba do Quintana contará com a banda Thiago Ribeiro & Amigos e a convidada Dida Larruscain. A banda residente é formada por Thiago Ribeiro (vocais e cavaquinho), Fernando Duarte (repique de mão, tamborim, bongô), Franco Salvadoretti (flauta), Marcelo Rossi (violão), Paulo Wolff (pandeiro, carrilhão e chocalhos) e Rogério Menezes (tantan). Thiago Ribeiro começou na música aos 15 anos, quando ganhou seu primeiro cavaquinho, mas o samba vem de berço, começando com a influência de seu pai, o violonista e cantor Antonio Lima. Já na infância demonstrava amor ao estilo, batucando em todos os cantos e formando bandas com os amigos. Entre suas referências musicais estão nomes como Fundo de Quintal, Jovelina Pérola Negra, João Nogueira, Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Duda do Cavaco, Alemão Charles, grupo Flor de Ébano, entre outros artistas locais e nacionais. Há 22 anos Thiago se apresenta profissionalmente, em casas de shows em Porto Alegre, no litoral e no interior do estado. Já acompanhou Eliana de Lima por duas vezes em performances na cidade e abriu shows de Fundo de Quintal, Diogo Nogueira e Luiz Carlos da Vila. No momento está gravando seu primeiro single de seu álbum de estreia.

Natural de Sant’Ana do Livramento, Dida Larruscain é cantora, compositora e professora de canto. Com formação em Licenciatura em Música, Bacharelado em Canto Lírico e Mestrado em Educação pela UFSM, já participou de óperas, musicais, corais e grupos de música regional. Em 2021, participou do The Voice Brasil, onde teve reconhecimento nacional. Em 2024, realizou um financiamento coletivo para produzir seu primeiro EP, AfroBossa, lançado em março de 2025. A sonoridade do trabalho carrega influências da MPB, Black Music e R&B. Suas composições retratam vivências e afetos de uma artista negra do interior do sul do Brasil, em canções que conectam ancestralidade e contemporaneidade.

Bruna Paulin é artista, jornalista, mestre em Comunicação e atua como pesquisadora musical há 24 anos. É criadora e diretora da mostra A Voz e a Vez Delas, voltada para as mulheres na cadeia da música, que terá sua primeira edição em 2025, assim como a Mostra Elis 80, realizada em comemoração aos 80 anos de Elis Regina pela Casa de Cultura Mario Quintana. É curadora do Samba do Quintana, criadora e apresentadora do podcast A História do Disco, um dos programas de música mais ouvidos no Spotify Brasil, no ar desde 2020, ambos finalistas do 8o Prêmio Profissionais da Música, nas categorias Som na Rua e Canal de Divulgação de Música.

O Samba do Quintana ocorre no domingo, 04 de maio, das 16h às 20h com um intervalo. Em caso de chuva o evento será transferido para 11/05. Para mais informações, acesse https://www.instagram.com/ccmarioquintana/

O plano anual da CCMQ é financiado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura e conta com patrocínio direto do Banrisul, patrocínio prata da Hyundai, Lojas Renner e EDP, apoio de Tintas Renner, Banco Topázio e iSend, e realização do Ministério da Cultura – Governo Federal – União e Reconstrução.


SAMBA DO QUINTANA – MAIO
Com Thiago Ribeiro & Amigos e Dida Larruscain
Domingo, 04 de maio, a partir das 16h
Travessa dos Cataventos – térreo da Casa de Cultura Mario Quintana
Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico, Porto Alegre
Entrada Franca
Em caso de chuva o evento será transferido para 11/05

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